
WebSummit Rio
Categorias
Conversas
Cliente
Senac RJ
Projeto
WebSummit Rio
Ano
2025
Na minha palestra do Web Summit, introduzi a Realidade Estendida como uma poderosa estrutura que mescla realidades virtual, aumentada e mista para reformular como aprendemos, criamos e nos conectamos. Em vez de tratar a XR como uma moda passageira, eu a posicionei como uma ferramenta cognitiva, capaz de ativar múltiplos sentidos, influenciar a percepção e melhorar a forma como a informação é absorvida. Ao mostrar como ambientes imersivos acessam camadas mais profundas da memória, eu enquadrei a XR não como uma atualização tecnológica, mas como uma mudança na forma como entendemos presença, consciência e experiência humana.
Na minha palestra do Web Summit, introduzi a Realidade Estendida como uma poderosa estrutura que mescla realidades virtual, aumentada e mista para reformular como aprendemos, criamos e nos conectamos. Em vez de tratar a XR como uma moda passageira, eu a posicionei como uma ferramenta cognitiva, capaz de ativar múltiplos sentidos, influenciar a percepção e melhorar a forma como a informação é absorvida. Ao mostrar como ambientes imersivos acessam camadas mais profundas da memória, eu enquadrei a XR não como uma atualização tecnológica, mas como uma mudança na forma como entendemos presença, consciência e experiência humana.



Durante a palestra, demonstrei como a aprendizagem imersiva se baseia em três pilares: ambiente, aprendizado e ativação. Apresentei casos que variavam desde narrativas indígenas na Amazônia até experiências na indústria de alimentos, acessibilidade em museus, ativações sensoriais de marcas e simulações de treinamento em hospitalidade e varejo. Cada exemplo ilustrou como a XR pode encurtar distâncias, aumentar a conexão emocional e gerar um impacto operacional real. Enfatizei a importância de entender primeiro o problema humano, e depois usar design, prototipagem e XR apenas onde realmente agrega valor.
Durante a palestra, demonstrei como a aprendizagem imersiva se baseia em três pilares: ambiente, aprendizado e ativação. Apresentei casos que variavam desde narrativas indígenas na Amazônia até experiências na indústria de alimentos, acessibilidade em museus, ativações sensoriais de marcas e simulações de treinamento em hospitalidade e varejo. Cada exemplo ilustrou como a XR pode encurtar distâncias, aumentar a conexão emocional e gerar um impacto operacional real. Enfatizei a importância de entender primeiro o problema humano, e depois usar design, prototipagem e XR apenas onde realmente agrega valor.

Para concluir, reafirmei que o futuro da experiência é volumétrico e orientado pelos sentidos. O conteúdo não será mais algo que estudamos, será algo que habitamos. À medida que as tecnologias se tornam mais acessíveis, desde gêmeos digitais até inteligência artificial generativa moldando espaços imersivos, XR expandirá o acesso cultural, melhorará a eficiência do treinamento e capacitará as pessoas a ver o mundo sob novas perspectivas. Minha mensagem principal: o futuro não é construído amanhã, ele começa com a presença hoje. Aprender não é mais apenas saber, é sentir, lembrar e viver experiências que permanecem conosco.
Para concluir, reafirmei que o futuro da experiência é volumétrico e orientado pelos sentidos. O conteúdo não será mais algo que estudamos, será algo que habitamos. À medida que as tecnologias se tornam mais acessíveis, desde gêmeos digitais até inteligência artificial generativa moldando espaços imersivos, XR expandirá o acesso cultural, melhorará a eficiência do treinamento e capacitará as pessoas a ver o mundo sob novas perspectivas. Minha mensagem principal: o futuro não é construído amanhã, ele começa com a presença hoje. Aprender não é mais apenas saber, é sentir, lembrar e viver experiências que permanecem conosco.




